Atuo de forma especializada nas principais áreas da urologia, oferecendo atendimento individualizado, baseado em evidências científicas, tecnologia moderna e foco total no paciente. Minha prática é voltada ao diagnóstico preciso, ao tratamento seguro e às melhores opções terapêuticas para cada caso, sempre priorizando a qualidade de vida e os melhores resultados clínicos.
Adicionalmente, é importante ressaltar que a Ressecção Transuretral de Próstata (RTUP) é uma abordagem altamente eficaz para o tratamento da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), proporcionando alívio significativo dos sintomas associados à doença. Além disso, a escolha entre as diferentes fontes de energia utilizadas durante o procedimento – monopolar, bipolar ou laser – é cuidadosamente personalizada de acordo com as necessidades específicas de cada paciente, conferindo uma abordagem ainda mais individualizada.
A decisão de realizar a RTUP deve ser tomada em consulta com um profissional de saúde, considerando a condição clínica única de cada paciente. Nesse sentido, a discussão aberta entre médico e paciente é essencial para compreender plenamente os potenciais benefícios e considerações específicas de cada caso.
Além disso, é importante notar que a rápida recuperação associada à RTUP não apenas minimiza o impacto na rotina diária do paciente, mas também contribui para uma reintegração mais suave às atividades normais. A menor dor pós-operatória e o menor risco de complicações, em comparação com algumas alternativas, reforçam ainda mais a atratividade dessa técnica para muitos pacientes com HPB.
Portanto, ao considerar as opções de tratamento para a HPB, a RTUP se destaca como uma escolha bem estabelecida, oferecendo uma combinação única de eficácia, segurança e uma recuperação otimizada. A abordagem integrada entre paciente e médico continua a desempenhar um papel crucial na tomada de decisões informadas e personalizadas para garantir o melhor resultado clínico possível.
Inicialmente, é importante ressaltar que a Ressecção Transuretral de Bexiga (RTUB) é uma abordagem eficaz e segura para o tratamento de tumores da bexiga, permitindo a remoção precisa e controlada do tecido tumoral.
Realizada sob anestesia, essa abordagem oferece uma vantagem significativa ao permitir que o urologista visualize o tumor em tempo real por meio de uma câmera no ressectoscópio, garantindo uma intervenção precisa e direcionada.
Além disso, a alça de corte no ressectoscópio durante a RTUB permite ao urologista remover o tumor em pequenos fragmentos, facilitando a análise patológica detalhada para determinar a natureza maligna do tecido. Essa característica contribui para uma abordagem terapêutica mais personalizada, adaptada às necessidades específicas de cada paciente.
Outro aspecto relevante a ser considerado é a rápida recuperação associada a esse procedimento, que permite aos pacientes retomar suas atividades cotidianas em apenas alguns dias após a realização da RTUB. Essa vantagem é particularmente significativa, proporcionando aos pacientes uma reintegração mais suave à rotina, com um impacto mínimo em suas vidas diárias.
Por fim, a RTUB é um procedimento geralmente seguro, com baixo risco de complicações e curto tempo de internação hospitalar. No entanto, é crucial individualizar o tratamento para cada caso. Cada caso deve ser cuidadosamente discutido com o urologista, considerando as características específicas do paciente e a natureza do tumor, para garantir a melhor abordagem possível, otimizando os resultados clínicos.
Sobretudo, é importante ressaltar que a Litotripsia Extracorpórea por Ondas de Choque (LECO), um procedimento ambulatorial realizado sob sedação, é uma opção eficaz para fragmentar cálculos renais, sendo que sua aplicação no ureter é mais rara.
A localização precisa do cálculo-alvo, facilitada por exames como radiografia ou ultrassom, permite a focalização precisa das ondas de choque na pedra durante a LECO. A repetição controlada de disparos eletromecânicos frequentemente resulta na quebra do cálculo em pequenos fragmentos, que são eliminados naturalmente pela urina ao longo de dias ou semanas. É importante notar que, em alguns casos, a administração de anestesia geral pode ser necessária para garantir o conforto e a eficácia do procedimento.
No entanto, é relevante mencionar que a LECO pode apresentar limitações em casos de cálculos mais resistentes, como os de composição cistina, certos tipos de oxalato de cálcio ou fosfato de cálcio, além de pedras de dimensões consideráveis. A individualização do tratamento, portanto, é crucial para determinar a adequação dessa técnica em situações específicas.
Apesar de ser amplamente utilizada e considerada segura, a LECO, como qualquer procedimento médico, não está isenta de riscos. A presença temporária de sangue na urina, a possibilidade de ruptura renal, o risco de infecção e a dor associada à migração dos cálculos são considerações importantes. Além disso, a formação de “rua de cálculos” ou a retenção de fragmentos maiores no ureter podem ocorrer, exigindo, por vezes, procedimentos adicionais para desobstruir a unidade reno-uretral tratada.
Assim, embora a LECO seja uma opção valiosa, a avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios, bem como a consideração das características específicas do paciente, são fundamentais para uma decisão informada e personalizada sobre o tratamento de cálculos renais.
Inicialmente ressalto que a Litotripsia Intracorpórea por Contato Óptico (LICO) é uma abordagem versátil, indicada tanto para o tratamento de cálculos renais quanto ureterais. Este procedimento inovador envolve a utilização de um ureteroscópio delicado, que é inserido na uretra, bexiga e ureter, permitindo ao urologista alcançar a pelve e os cálices renais, proporcionando um tratamento abrangente e preciso.
O uso de ureteroscópios semi-rígidos para cálculos impactados no ureter e flexíveis para pedras no interior dos rins exemplifica a adaptabilidade dessa técnica às diversas situações clínicas. Ao eliminar a necessidade de incisões, a LICO destaca-se como uma abordagem minimamente invasiva, minimizando o desconforto pós-operatório e acelerando a recuperação do paciente.
Durante o procedimento, uma fibra ótica é inserida no ureteroscópio e transmite energia, frequentemente proveniente de um laser, para fragmentar o cálculo em pequenos pedaços ou até mesmo em pó. Os fragmentos maiores são removidos por meio de um instrumento delicado, conhecido como “basket” ou cesta, que também é inserido no ureteroscópio. Todo o procedimento é monitorado por visão direta por vídeo e controlado por raios X.
É importante mencionar que, em alguns casos, pode ser necessário instalar um cateter, chamado de duplo jota, após a remoção do cálculo. Este cateter é utilizado para drenar a urina, especialmente durante o período em que há edema ou lesões decorrentes da manipulação endoscópica dos tecidos de revestimento do ureter. A alta hospitalar geralmente ocorre no mesmo dia do procedimento, permitindo um retorno precoce às atividades cotidianas. No entanto, é importante ressaltar a importância da remoção subsequente do duplo jota, conforme orientação do urologista.
Apesar da alta probabilidade de sucesso e da rápida recuperação associada à LICO, é essencial que o urologista considere cuidadosamente os riscos inerentes a esse procedimento, garantindo uma abordagem informada e personalizada para cada paciente.
A princípio, é importante destacar que a Nefrolitotomia Percutânea (NLP) é uma opção cirúrgica eficaz para o tratamento de cálculos renais de grande volume, especialmente quando procedimentos menos invasivos não são viáveis.
Esse procedimento, realizado sob anestesia geral, envolve uma pequena incisão na região lombar, por onde é introduzido um tubo que alcança o rim, permitindo a passagem de um nefroscópio rígido. Assim como na Litotripsia Intracorpórea por Contato Óptico (LICO), na NLP o procedimento é conduzido sob visão direta por vídeo e controlado por raios X, garantindo uma abordagem precisa e direcionada.
Durante a NLP, é possível que um dreno, conhecido como nefrostomia, seja instalado no local da punção do tubo. Essa medida não apenas drena a urina, minimizando o risco de sangramento, mas também oferece uma monitorização eficaz durante o período pós-operatório. Em algumas situações, a instalação de um duplo jota pode ser recomendada. O período de internação, geralmente de um a dois dias, e o retorno às atividades cotidianas, em média, ocorrem em duas semanas.
É crucial ressaltar que outras cirurgias para a retirada de cálculos renais são raramente indicadas. A cirurgia aberta (convencional), laparoscópica ou robótica são consideradas apenas quando todos os outros procedimentos menos invasivos falharam. A escolha dessas abordagens mais invasivas é reservada para casos excepcionais, reforçando a preferência por métodos menos intrusivos sempre que possível, com o objetivo de minimizar os riscos e otimizar a recuperação do paciente.
Portanto, é fundamental destacar que a Videolaparoscopia para tumores de rim e suprarrenal representa uma avançada técnica cirúrgica minimamente invasiva, empregando uma pequena câmera e instrumentos cirúrgicos especializados para a remoção de lesões que se desenvolveram no rim ou na glândula suprarrenal.
Durante o procedimento, o cirurgião realiza pequenas incisões na área abdominal para a inserção dos instrumentos cirúrgicos e da câmera, proporcionando uma visão clara do tumor em um monitor de vídeo. Essa abordagem permite a remoção do tumor sem a necessidade de incisões extensas na pele, característica das cirurgias tradicionais.
A videolaparoscopia para tumores de rim e suprarrenal, geralmente conduzida sob anestesia geral, é versátil o suficiente para tratar uma variedade de tumores, abrangendo desde benignos até malignos. Os benefícios dessa técnica incluem comumente uma redução significativa da dor pós-operatória e um período de recuperação mais breve quando comparado às cirurgias abertas convencionais.
Contudo, é importante ressaltar que nem todos os pacientes são candidatos ideais para essa abordagem cirúrgica. Assim, é crucial discutir com o médico as opções de tratamento mais apropriadas para o caso específico de cada paciente, levando em consideração fatores como a natureza do tumor, sua localização e a saúde geral do indivíduo. Essa abordagem personalizada é essencial para garantir os melhores resultados e a recuperação mais eficaz possível.
Ressalto que a Cirurgia Robótica na urologia é uma abordagem cirúrgica minimamente invasiva e altamente precisa, que utiliza um sistema robótico composto por braços robóticos controlados pelo cirurgião por meio de um console.
Este sistema robótico proporciona imagens em alta definição do interior do corpo do paciente, permitindo ao cirurgião manipular instrumentos cirúrgicos com um grau de liberdade e precisão significativamente maior do que seria alcançado com as técnicas cirúrgicas convencionais.
Na urologia, a cirurgia robótica é amplamente utilizada para tratar diversas condições, incluindo câncer de próstata, câncer renal, câncer de bexiga, obstruções ureterais, entre outras.
Esta técnica robótica oferece benefícios substanciais para o paciente, como uma experiência cirúrgica menos dolorosa, redução significativa da perda de sangue, menor tempo de internação hospitalar e uma recuperação mais rápida quando comparada às técnicas cirúrgicas tradicionais.
Além disso, a capacidade do sistema robótico de proporcionar uma visão detalhada e ampliada do campo cirúrgico contribui para uma precisão aprimorada durante a intervenção, o que pode resultar em melhores resultados clínicos. Esses avanços tecnológicos têm impacto direto na qualidade de vida do paciente, proporcionando uma recuperação mais suave e rápida.
Certamente é importante ressaltar que a Vasectomia é um procedimento cirúrgico de esterilização masculina que envolve a ligadura ou corte dos ductos deferentes, responsáveis por transportar os espermatozoides dos testículos até a uretra durante a ejaculação.
O objetivo principal da vasectomia é interromper a fertilização, tornando o homem estéril. Geralmente realizada sob anestesia local ou sedação consciente, o procedimento dura em média 20 a 30 minutos e é considerado seguro e altamente eficaz, com uma taxa de sucesso superior a 99%.
Após a vasectomia, ocorre a interrupção da liberação de espermatozoides durante a ejaculação, mas a produção de hormônios masculinos e a função sexual permanecem intactas. É importante lembrar que a vasectomia é considerada um método permanente de esterilização. Embora seja reversível em alguns casos, não há garantia de que a fertilidade será totalmente restaurada após a reversão.
É essencial que os homens considerem a vasectomia com a compreensão de sua natureza irreversível na maioria dos casos. Conversar abertamente com um profissional de saúde é fundamental para entender completamente as implicações do procedimento e tomar uma decisão informada sobre essa opção de planejamento familiar.
Adicionalmente, é crucial ressaltar que a Recanalização de Deferente com Microscopia é um procedimento cirúrgico específico utilizado com o intuito de reverter a vasectomia, restaurando a fertilidade masculina em homens que tenham previamente se submetido a esse procedimento de esterilização.
Durante a vasectomia, os ductos deferentes são cortados ou bloqueados para impedir a liberação de espermatozoides durante a ejaculação. A recanalização do deferente, por sua vez, requer a identificação dos ductos previamente cortados ou bloqueados, seguida pela reconstrução da conexão entre as extremidades para permitir a retomada do fluxo de espermatozoides.
O procedimento é conduzido sob anestesia e é auxiliado por um microscópio, o qual amplia a visualização dos ductos deferentes. O sucesso da recanalização depende de diversos fatores, como o tempo decorrido desde a vasectomia, a técnica cirúrgica utilizada na vasectomia original e a possível presença de anticorpos anti-espermatozoides no sêmen.
É crucial observar que a recanalização do deferente não oferece garantia absoluta de recuperação da fertilidade e, em alguns casos, pode não ser bem-sucedida. Além disso, o procedimento apresenta riscos e possíveis complicações, incluindo infecção, dor e sangramento. Portanto, uma discussão aberta com o médico é essencial para avaliar todas as opções de planejamento familiar antes de optar por esse procedimento específico.
É importante discutir com o médico os riscos e benefícios da recanalização de deferente antes de tomar uma decisão sobre o procedimento.
Primeiramente, é importante ressaltar que a Incontinência Urinária Masculina é uma condição em que os homens têm dificuldade em controlar a saída de urina da bexiga. Essa condição pode ser causada por diversos fatores, incluindo problemas na próstata, traumas, doenças neurológicas, endocrinológicas, cirurgia da próstata, envelhecimento, entre outros.
O tratamento da incontinência urinária masculina envolve um conjunto de medidas e procedimentos para controlar a perda involuntária de urina. Esse plano de tratamento pode incluir modificações no estilo de vida, terapia comportamental, medicamentos, dispositivos de contenção, exercícios de fortalecimento muscular e, em alguns casos, cirurgia.
A cirurgia é uma opção terapêutica para homens com incontinência urinária grave, especialmente quando outras terapias não foram eficazes. Existem diversas técnicas cirúrgicas disponíveis para corrigir a incontinência urinária masculina, e a escolha do procedimento específico é influenciada pela causa subjacente da incontinência, bem como pelas condições anatômicas e individuais do paciente.
É fundamental que o homem converse abertamente com o médico para explorar as opções de tratamento disponíveis e selecionar a abordagem mais adequada às suas necessidades específicas. Essa comunicação eficaz entre o paciente e o profissional de saúde contribui para uma decisão informada e personalizada sobre o tratamento da incontinência urinária masculina.
Portanto, é importante destacar que a Incontinência Urinária Feminina é uma condição em que as mulheres têm dificuldade em conter a urina na bexiga. Essa condição pode ser causada por diversos fatores, como a fraqueza dos músculos do assoalho pélvico, gravidez, parto vaginal, menopausa, envelhecimento, entre outros.
O tratamento da incontinência urinária feminina envolve um conjunto de medidas e procedimentos para controlar a perda involuntária de urina. Esse plano de tratamento pode incluir modificações no estilo de vida, terapia comportamental, fisioterapia do assoalho pélvico, medicamentos e, em alguns casos, cirurgia.
A cirurgia é uma opção terapêutica para mulheres com incontinência urinária grave, especialmente quando outras terapias não foram eficazes. Existem diversos tipos de cirurgia disponíveis para corrigir a incontinência urinária feminina, e a escolha do procedimento específico é determinada pela causa subjacente da incontinência, bem como pelas condições anatômicas e individuais da paciente.
É fundamental que as mulheres conversem abertamente com seus médicos sobre as opções de tratamento disponíveis para a incontinência urinária feminina, permitindo a escolha do tratamento mais adequado às suas necessidades específicas. Essa comunicação eficaz contribui para uma decisão informada e personalizada sobre o manejo dessa condição.
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