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Cirurgia Minimamente Invasiva

Revolucionou a forma como os procedimentos urológicos são realizados.

Por Marco Lipay

A cirurgia minimamente invasiva na urologia revolucionou a forma como os procedimentos urológicos são realizados. Essa abordagem inovadora permite que os médicos realizem intervenções cirúrgicas com técnicas menos invasivas, resultando em benefícios significativos para os pacientes.

A cirurgia minimamente invasiva na urologia envolve o uso de pequenas incisões ou até mesmo de instrumentos especiais inseridos através de orifícios naturais do corpo, como a uretra, ou através de incisões mínimas. Isso contrasta com as cirurgias tradicionais, que exigem incisões maiores e maior manipulação dos tecidos circundantes.

Uma das principais vantagens da cirurgia minimamente invasiva na urologia é a redução do trauma cirúrgico. As incisões menores resultam em menos dor pós-operatória, menor perda de sangue durante o procedimento e menor tempo de recuperação geral. Os pacientes geralmente experimentam menos complicações pós-operatórias e podem retornar às suas atividades normais mais rapidamente.

A laparoscopia e a cirurgia robótica são duas técnicas comumente usadas na cirurgia minimamente invasiva urológica. A laparoscopia envolve o uso de uma câmera e instrumentos cirúrgicos especializados inseridos através de pequenas incisões no abdômen. Isso permite que o cirurgião visualize a área-alvo e realize a cirurgia com precisão, evitando a necessidade de grandes incisões.

Por outro lado, a cirurgia robótica utiliza um sistema robótico controlado pelo cirurgião. O cirurgião manipula os braços robóticos através de uma console, permitindo movimentos precisos e maior alcance. Isso proporciona uma visão ampliada e detalhada da área a ser tratada, além de uma maior destreza e controle durante a cirurgia.

A cirurgia minimamente invasiva na urologia é usada para tratar uma variedade de condições urológicas, incluindo câncer de próstata, câncer de rim, cálculos renais, doenças da bexiga e distúrbios do trato urinário. Os benefícios são especialmente evidentes em procedimentos como a prostatectomia radical, onde a preservação dos nervos é crucial para a função sexual e urinária do paciente.

No entanto, é importante ressaltar que nem todos os casos podem ser tratados com cirurgia minimamente invasiva, e cada paciente deve ser avaliado individualmente para determinar a melhor abordagem cirúrgica.

Dr. Marco Lipay

  • Cremesp 73891- CRM 73.891 | RQE 33972
  • Doutor em Cirurgia (Urologia) pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • Titular em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia
  • Membro Correspondente da Associação Americana de Urologia
  • Autor do Livro Genética Oncológica Aplicada a Urologia

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